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 [Artigo]A História da Fotografia

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Ranyere Nobrega
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Registrado em: Sexta-Feira, 23 de Janeiro de 2004
Mensagens: 7456
Localização: Recife (PE)

 


MensagemEnviada: Sex Mar 25, 2005 9:29 am Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Muitos de nós que aqui estamos iniciamos a nossa vida na fotografia já na era digital. Claro que não estou me referindo àquelas máquinas analógicas convencionais que praticamente todos tiveram contato, mas com máquinas com recursos mais sofisticados do que o timer ou flash para olhos vermelhos.
Quando se está intencionado a aprimorar uma técnica, seja em qual área for, é necessário partir do principio. Claro que é possível partir de um ponto mais avançado, mas sempre irá ficar um vazio, uma falta de conhecimento, principalmente sobre as tentativas de acertos e erros. Com a fotografia não é diferente. Muita coisa mudou? Sim, mas a idéia básica ainda é a mesma, por isso depois de algumas leituras decidi fazer esse artigo, onde mostra uma breve História da Fotografia.

____________________________________________________________________
1. A Câmera Escura – O Principio da Fotografia
A fotografia não tem um único inventor, ela é uma síntese de várias observações e inventos em momentos distintos. A primeira descoberta importante para a fotografia foi a Câmara Escura. O conhecimento do seu princípio ótico é atribuido, por alguns historiadores, ao chines Mo Tzu no século V a.C., outros indicam o filósofo grego Aristóteles (384-322 a.C.) como o responsável pelos primeiros comentários esquemáticos da Camera Obscura.
Sentado sob uma árvore, Aristóteles observou a imagem do sol, em uma eclipse parcial, projetando-se no solo em forma de meia lua ao passar seus raios por um pequeno orifício entre as folhas de um plátano. Observou também que quanto menor fosse o orifício, mais nítida era a imagem.
Séculos de ignorância e superstição ocuparam a Europa, sendo os conhecimentos gregos resguardados no oriente. Um erudito árabe, Ibn al Haitam (965-1038), o Alhazem, observa um eclipse solar com a câmara escura, na Corte de Constantinopla, em princípios do século XI.
Nos séculos seguintes a Câmara Escura se torna comum entre os sábios europeus, para a observação de eclipses soloares, sem prejudicar os olhos. Entre eles o ingles Roger Bacon (1214-1294) e o erudito hebreu Levi ben Gershon (1288-1344). Em 1521, Cesare Cesariano, discípulo de Leonardo da Vinci, descreve a Câmara Escura em uma anotação e em 1545, surge a primeira ilustração da Câmara Escura, na obra de Reiner Gemma Frisius, físico e matemático holandês.
No século XIV já se aconselhava o uso da câmara escura como auxílio ao desenho e à pintura. Leonardo da Vinci (1452-1519) fez uma descrição da câmara escura em seu livro de notas sobre os espelhos, mas não foi publicado até 1797. Giovanni Baptista della Porta (1541-1615), cientista napolitano, em 1558 publicou uma descrição detalhada sobre a câmera e seus usos no livro Magia Naturalis sive de Miraculis Rerum Naturalium. Esta câmara era um quarto estanque à luz, possuía um orifício de um lado e a parede à sua frente pintada de branco. Quando um objeto era posto diante do orifício, do lado de fora do compartimento, a sua imagem era projetada invertida sobre a parede branca.
Em 1620, o astrônomo Johannes Kepler utilizou uma Câmara Escura para desenhos topográficos. O jesuita Athanasius Kircher, erudito professor de Roma, descreveu e ilustrou uma Câmara Escura em 1646, que possibilitava ao artista desenhar em vários locais, transportada como uma liteira e em 1685, Johan Zahn descreve a utilização de um espelho, para redirecionar a imagem ao plano horizontal, facilitando assim o desenho nas câmaras portáteis.



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Grande Câmara Escura em forma de liteira, construida em Roma 1646 por Athanasius Kircher

2. Daguerreotipia - A Fotografia Começa a Caminhar no Tempo ,
Durante muito tempo, alguns escritos reverenciaram o francês Louis Daguerre como o "inventor" ou descobridor da fotografia, ou seja, aquele que primeiro produziu uma imagem fixa pela ação direta da luz. Diz a história que, em 1835, ao fazer pesquisa em seu laboratório, Daguerre estava manipulando uma chapa revestida com prata e sensibilizada com iodeto de prata, que não apresentava nenhum vestígio de imagem. No dia seguinte, a chapa, misteriosamente, revelava formas difusas. Estava criada uma lenda: o vapor de mercúrio proveniente de um termômetro quebrado teria sido o misterioso agente revelador.
Rapidamente, Daguerre aprimorou o processo, passando a utilizar chapas de cobre sensibilizadas com prata e tratadas com vapores de iodo. O revelador era o mesmo mercúrio aquecido e o fixador, uma solução de sal de cozinha. Já em 1839, sua invenção, batizada de daguerreótipo - nome pelo qual a fotografia foi conhecida durante décadas - foi vendida ao governo francês em troca de uma polpuda pensão vitalícia.
Daguerre, mais do que um competente pesquisador, era um hábil comerciante. Provavelmente, a lenda do acaso na descoberta do revelador foi apenas uma jogada de marketing. Sem dúvida, Daguerre vinha trabalhando na idéia há muito tempo, acompanhando de perto, desde 1929, seu sócio na pesquisa da heliografia (gravação através da luz): Joseph Nicéphore Niépce, este sim o primeiro a obter uma verdadeira fotografia.
Ao contrário de seu colega, Niépce era arredio, de poucas falas, compenetrado na invenção de aparelhos técnicos e na idéia de produzir imagens por processos mecânicos através da ação da luz. O apego à produção de imagens começou com a litografia em 1813, curiosamente uma atividade ligada às artes, outra das áreas dominadas por Daguerre, talentoso pintor e desenhista de cenários.
Em 1816, Niépce iniciou os estudos com a heliografia. Só dez anos depois conseguiu chegar à primeira imagem inalterável: uma vista descortinada da janela do sótão de sua casa. Os resultados, porém, não foram nada auspiciosos. Utilizando verniz de asfalto sobre vidro e uma mistura de óleos fixadores, o processo não era muito prático para se popularizar. Daí os méritos inegáveis de Daguerre. Seus experimentos podiam ser repetidos sem grandes dificuldades por qualquer pessoa e o resultado era melhor.
Dois anos após a morte de Niépce, Daguerre descobriu que uma imagem quase invisível, latente, podia-se revelar com o vapor de mercúrio, reduzindo-se, assim, de horas para minutos o tempo de exposição. Conta a história que uma noite Daguerre guardou uma placa sub-exposta dentro de um armário, onde havia um termômetro de mercúrio que havia se quebrado. Ao amanhecer, abrindo o armário, Daguerre constatou que a placa havia adquirido uma imagem de densidade bastante satisfatória, tornara-se visível. Em todas as áreas atingidas pela luz, o mercúrio criara um amálgama de grande brilho, formando as áreas claras da imagem. Após a revelação, agora controlada, Daguerre submetia a placa com a imagem a um banho fixador, para dissolver os halogenetos de prata não revelados, formando as áreas escuras da imagem. Inicialmente foi usado o sal de cozinha, o cloreto de sódio, como elemento fixador, sendo substituído posteriormente por tiossulfato de sódio (hypo) que garantia maior durabilidade à imagem. Este processo foi batizado com o nome de Daguerreotipia.
Em 7 de janeiro de 1839 Daguerre divulgou o seu processo e em 19 de agosto do mesmo ano, na Academia de Ciencias de Paris, tornou o processo acessível ao público. Daguerre também era pintor decorador, e inventou o DIORAMA, um teatro de efeitos de luz de velas.



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L. J. M. Daguerre 1846

3. Hércules Florence – O Brasil também fez sua parte
Foi no Brasil, mais precisamente na cidade de Campinas, em São Paulo, no ano de 1833, que um inventor chamado Hercules Florence criou a palavra Fotografia para designar uma de suas descobertas. Assim nosso País é considerado um dos pioneiros nessa forma de representação da realidade. A data da invenção de Florence surpreende ao se comparar com os demais inventos: na Inglaterra, a Calotipia, por William Henry Fox Talbot, em 1835; e na França, a Heliogravura, por Nicephore Niepce, em 1827; o processo positivo em papel, de Hypolyte Bayard, em 1839; e a Daguerreotipia, por Louis Jacques Mandé Daguérre, também em 1839.
O francês de Nice, Antoine Hercules Romuald Florence, chegou ao Brasil em 1824, e durante quase 50 anos viveu na Vila de São Carlos. Morreu em 27de março de 1879, na então já chamada Campinas, e aplicou-se a uma série de invenções.
Entre 1825 e 1829, participou como 2o desenhista de uma expedição científica chefiada pelo Barão Georg Heirich von Langsdorff, cônsul geral da Rússia no Brasil. De volta da expedição, Florense casou-se com Maria Angélica Alvares Machado e Vasconcelos, em 1830.
Em 1830, diante da necessidade de uma oficina impressora, inventou seu próprio meio de impressão, a Polygraphie, como chamou. Seguindo a meta de um sistema de reprodução, pesquisou a possibilidade de se reproduzir pela luz do sol e descobriu um processo fotográfico que chamou de Photographie, em 1832, como descreveu em seus diários da época anos antes da Daguerre.
Em 1833, Florence fotografou através da câmera escura com uma chapa de vidro e usou um papel sensibilizado para a impressão por contato.
Enfim, totalmente isolado e sem conhecimento do que realizavam seus contemporâneos europeus, Niépce, Daguerre e Talbot, Florence obteve o resultado fotográfico.
É importante ressaltar que destes inventos apenas os processos de Hercules Florence e de William Henry Fox Talbot eram processos baseados no princípio da reprodutibilidade, como conhecemos hoje (negativo/positivo). Dada a simultaneidade nas descobertas tecnológicas, torna-se difícil a identificação de um único inventor. Descobertas tão importantes são provocadas por uma necessidade emergente da sociedade como um todo. Hoje podemos afirmar que a descoberta da fotografia teve suas bases nestes cinco inventores.



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Hércules Florense 1875

4. Fox-Talbot – Aperfeiçoamento da fotografia
Na Inglaterra, descendente de nobre família, membro do parlamento britânico, escritor e cientista aficionado, Willian Henry Fox-Talbot (1800 - 1877) usava a câmera escura para desenhos em suas viagens. Na intenção de fugir da patente do daguerreótipo em seu pais e solucionar suas limitações técnicas, pesquisava uma fórmula de impressionar quimicamente o papel.
Talbot iniciou suas pesquisas fotográficas, tentando obter cópias por contato de silhuetas de folhas, plumas, rendas e outros objetos.
O papel era mergulhado em nitrato e cloreto de prata e depois de seco, fazia seu contato com os objetos, obtendo-se uma silhueta escura. Finalmente o papel era fixado sem perfeição com amoníaco ou com uma solução concentrada de sal. Às vezes, também era usado o iodeto de potássio.
No ano de 1835, Talbot construiu uma pequena câmera de madeira, com somente 6,30 cm2, que sua esposa chamava de "ratoeiras". A câmera foi carregada com papel de cloreto de prata, e de acordo com a objetiva utilizada, era necessário de meia a uma hora de exposição. A imagem negativa era fixada em sal de cozinha e submetida a um contato com outro papel sensível. Desse modo a cópia apresentava-se positiva sem a inversão lateral. A mais conhecida mostra a janela da biblioteca da abadia de Locock Abbey, considerada a primeira fotografia obtida pelo processo negativo/positivo.
As imagens de Talbot eram bastante pobres, devido ao seu reduzido tamanho de 2,50 cm2, se comparadas com a heliografia de Niépce, com cerca de 25X55 cm, obtida nove anos antes. Sua lentidão, seu tamanho e sua incapacidade de registrar detalhes não causava interesse ao público, quando comparados aos daguerreótipos.
Em 1839, quando chegam na Inglaterra os rumores do invento de Daguerre, Talbot aprimorado suas pesquisas, e precipitadamente publicou seu trabalho e apresentou à Royal Institution e à Royal Socity. Sir Herchel logo concluiu que o tiossulfato de sódio seria um fixador eficaz e sugeriu os termos: fotografia, positivo e negativo.
Um ano após, o material sensível foi substituído por iodeto de prata, sendo submetido, após a exposição, a uma revelação com ácido gálico. Mas para as cópias continuou a usar o papel de cloreto de prata.
O processo que inicialmente foi batizado de Calotipia, ficou conhecido como Talbotipia e foi patenteado na Inglaterra em 1841. Talbot comprou uma casa em Reading, contratou uma equipe para produzir cópias, fotografou várias paisagens turísticas e comercializava as cópias em quiosques e tendas artísticas em toda a Grã Bretanha.
"The pencil of Nature", o primeiro livro do mundo ilustrado com fotografia, foi publicado por Talbot em 1844. O livro foi editado em seis grandes volumes com um total de 24 talbotipos originais, e continha a explicação detalhada de seus trabalhos, estabelecendo certos padrões de qualidade para a imagem.
Como o negativo da talbotipia era constituído de um papel de boa qualidade como base de sensibilização, na passagem para o positivo se perdiam muitos detalhes devido a fibrosidade do papel. Muitos fotógrafos pensavam em melhorar a qualidade da cópia utilizando como base o vidro.



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W. H. Fox Talbot em daguerreótipo de 1844



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Câmera Escura Portátil, tipo usada por Talbot e Daguerre

5. Ascher e suas placas úmidas
A dificuldade em usar o vidro como base no negativo, era de se encontrar algo que contivesse, numa massa uniforme, os sais de prata sensíveis à luz, para que não se dissolvessem durante a revelação.
Abel Niépce da Saint-Victor, primo de Nicéphore Niépce (1805-1870), descobriu em 1847 que a clara de ovo, ou a albumina, era uma solução adequada, no caso do iodeto de prata. Uma placa de vidro era coberta com clara de ovo, sensibilizada com iodeto de potássio, submetida a uma solução ácida de nitrato de prata, revelada com ácido gálico e finalmente fixadas com tiossulfato de sódio.
O método da albumina, proporcionava uma grande precisão de detalhes, mas requeriam uma exposição de 15 minutos aproximadamente. Sua preparação era bastante complexa e as placas podiam ser guardadas durante 15 dias.
O ano de 1851 foi muito significativo para a fotografia. Na França morre Daguerre. Na Grã Bretanha, como fruto da revolução industrial, é organizada a "Grande Exposição", apresentando os últimos modelos produzidos. Um invento que em pouco tempo chegou a suplantar todos os métodos existentes, foi o processo do "colódio úmido", de Frederick Scott Archer, publicado no "The Chemist" em seu número de março. Este obscuro escultor londrino, com grande interesse pela fotografia, não estava satisfeito com a qualidade das imagens, deterioradas pela textura fibrosa dos papéis negativos, e sugeriu uma mistura de algodão de pólvora com alcool e éter, chamada colódio, como meio de unir os sais de prata nas placas de vidro.
O colódio, além de muito transparente, permitia uma concentração maior de sais de prata, fazendo com que as placas fossem 10 vezes mais sensíveis que as de albumina. Seu único inconveniente era a necessidade de sensibilizar, expor e revelar a chapa num curto espaço de tempo. Como Ascher não teve interesse em patentear o seu processo, morreu na miséria e quase desconhecido; os fotógrafos ingleses podiam praticar livremente, pela primeira vez, a fotografia.
Talbot acreditando que sua patente cobria o processo colódio, levou ao juiz um fotografo que utilizava o processo de placa úmida em Oxford Street. O juiz pôs em dúvida o direito de Talbot reclamar a invenção do colódio e os jurados decidiram que este não infringia sua patente. Então a fotografia estava livre, além de que a patente de Daguerre havia expirado em 1853.
A fotografia agora tinha condições de crescer em popularidade e em quantidade de aplicações do colódio, que durou 30 anos. O número de retratistas aumentou consideravelmente, pessoas de todas as classes sociais desejavam retratos e, se estendeu o uso de uma adaptação barata do processo colódio chamada Ambrotipo.



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Frederick Scott Archer, inventor do processo colódio úmido 1851



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Tenda para a prática da fotografia em campo na época do colódio úmido 1875

6. Sr. Kodak e a frase: "Você aperta o botão e nós fazemos o resto!"
As placas secas de gelatina, apesar de serem muito mais cômodas que o colódio, tinham o inconveniente de serem pesadas, frágeis e se perdia muito tempo para substituir a placa na câmera. Assim as novas tentativas visavam substituir o vidro por um suporte menos pesado, frágil e trabalhoso. Em 1861, Alexander Parkes inventando o celulóide solucionava de certa forma o problema pois John Carbutt, um fotógrafo inglês que havia imigrado para a América, convenceu em 1888 a um fabricante de celulóide a produzir folhas suficientemente finas para receber uma emulsão de gelatina. No ano seguinte a Eastman Co. começou a produzir uma película emulsionada em rolo, feita com nitrato de celulose muito mais fina e transparente e, em 1902 já era responsável por 85% da produção mundial.
Eastman, em 1888, já produzia uma câmera, a Kodak n.1, quando introduziu a base maleável de nitrato de celulose em rolo. Colocava-se o rolo na máquina, a cada foto ia se enrolando em outro carretel e findo o filme mandava-se para a fábrica em Rochester. Lá o filme era cortado em tiras, revelado e copiado por contato. O slogam da Eastman "Você aperta o botão e nós fazemos o resto" correu o mundo, dando oportunidade para a fotografia estar ao alcance de milhões de pessoas.
O processo fotográfico atual, pouco varia do processo do início do século. O filme é comprado em rolos emulsionados com base de celulose, as fotos são batidas, reveladas e positivadas. Por isso se atribui ao século XIX a invenção e aperfeiçoamento da fotografia como usamos hoje; ao século XX é atribuído a evolução das aplicações e controles da fotografia no aparecimento da fotografia em cores, cinema, televisão, holografia e todos os usos científicos hoje utilizados. Apesar do processo químico da fotografia estar com seus dias contados, devido o aparecimento da fotografia digital, será somente no próximo século XXI, que se tornará padrão para a captura de imagens.



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Referências Bibliográficas
GERNSHEIN, Helmut e Alison The history of photography. 1969
HARREL, Thomaz W. M. Curso Báscio de Fotografia – Universidade Federal de Uberlândia – Departamento de Artes Plásticas. 5ª. Edição. 95 págs. 2002
Manual de Fotografia Laemmert – Livro Histórico disponível em PDF pela Unicamp- http://www.studium.iar.unicamp.br/biblio/manual

_________________________________________________________
Onde ler mais
Hécules Florence
Fotografia, invenção do diabo Prof. Enio Leite
Os segredos da Câmera Escura
A arte dos Daguerreótipos Americanos em inglês

patola
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Registrado em: Domingo, 30 de Mai de 2004
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MensagemEnviada: Sex Mar 25, 2005 11:33 am Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

muito bom o artigo
pulei 2 partes pois já as conhecia, mas muito bom
t+

Ranyere Nobrega
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Registrado em: Sexta-Feira, 23 de Janeiro de 2004
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MensagemEnviada: Sex Abr 01, 2005 10:30 am Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Movido para sala especial

Fernando Alves
Usuário Senior
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Registrado em: Sábado, 10 de Janeiro de 2004
Mensagens: 4485
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MensagemEnviada: Qua Abr 06, 2005 11:35 am Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Muito bom ranyere yeah

Armbrust
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Mensagens: 1724
Localização: Indaiatuba - SP

 


MensagemEnviada: Qua Abr 06, 2005 12:31 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Mais um interessante artigo! yeah
valeu Ranyere

caiosiqueira
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Registrado em: Domingo, 3 de Julho de 2005
Mensagens: 185
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MensagemEnviada: Sex Jul 15, 2005 4:13 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Realmente um ótimo artigo. Eu desconhecia completamente esta história. Realmente é muito interessante como se deu a evolução do processo fotográfico. Smile

k_rio_k
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MensagemEnviada: Ter Jul 26, 2005 9:53 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

excelente história para se ler! =p

parabéns!

girosan
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Registrado em: Sexta-Feira, 6 de Janeiro de 2006
Mensagens: 103
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MensagemEnviada: Qui Fev 23, 2006 9:15 am Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Você podera obter mais informações sobre a historia da fotografia no link abaixo:

http://www.estadao.com.br/ext/especial/extraonline/infograficos/fotografia/index.htm
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