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 Entrevista: RUI PALHA

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Marcos Borges Filho
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Registrado em: Sábado, 29 de Setembro de 2007
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MensagemEnviada: Ter Mar 15, 2011 9:17 am Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Entrevista:


Rui Palha



Rui Palha é um fotógrafo português. Foi premiado pela Sociedade Portuguesa de Autores, nesse 2011, como o "Melhor Trabalho de Fotografia" na categoria Artes Visuais pelo livro “Street Photography – Fotografia de Rua”.
A Sociedade Portuguesa de Autores (ou SPA) é uma cooperativa de responsabilidade limitada, fundada em Portugal em 1925. Tem por objectivo gerir os direitos de autor. Atua através da representação dos autores portugueses de todas as disciplinas literárias e artísticas que nela estejam inscritos. Conta actualmente com cerca de 19 mil inscritos, tendo legitimidade para representar em Portugal os autores inscritos nas 170 sociedades congéneres existentes em 90 países de todos os continentes.


Algumas fotos:




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Link para o flickr do autor:

http://www.flickr.com/photos/ruipalha/


Aqui você pode adquirir o livro:




Image

http://www.estudio14a.com/ruipalha



Entrevista




- Fale um pouco de você e de sua atividade enquanto fotógrafo.





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Nasci em Abril de 1953 em Portugal. Resido em Lisboa.
Fotografia é um passatempo desde os 14 anos de idade, com grandes interrupções até 2001, desde então quase todo o tempo é dedicado a fotografia de rua, para além de projectos de raiz social em bairros problemáticos de Lisboa.
No meu trabalho fotográfico todas as pessoas são únicas e a parte fundamental das minha fotografias.
Provavelmente tento ser um “contador de histórias” através de imagens, contando aos outros o que "vejo" durante as minhas "voltas pelas ruas". O meu "mundo fotográfico” é, essencialmente, em Lisboa, onde são feitas 90% das minhas fotografias e onde as pessoas anónimas são os “actores” principais.
Não há um dia igual ao outro, as Pessoas são sempre diferentes, bem como os momentos, a luz e…a inspiração.
Não posso dizer que tenha um tema principal... o tema é a rua, as Pessoas, as emoções, a vida... sempre à procura do TAL momento, que nunca captei e, provavelmente, nunca captarei.
Gosto de ambientes escuros, dias chuvosos e lugares problemáticos.
Acima de tudo gosto das Pessoas, gente genuína.
Normalmente vagueio alguns quilómetros a pé por dia... caminhando, conversando com os “modelos de rua”, fotografando o que posso e sinto.
Por vezes é fácil, outras não.
Muitas vezes o percurso é, inevitavelmente, repetido, mas é sempre diferente; as pessoas variam, as expressões também, mesmo com pessoas que já se conhecem, os momentos são únicos, a luz nunca é igual.
É uma tarefa aparentemente solitária, mas sempre povoada pelo mundo circundante.
Esta frase define o meu modo de estar na fotografia e…na vida:

"“A fotografia faz parte integrante do meu espaço...é descobrir, é captar, dando vazão ao que o coração sente e vê num determinado momento, é estar na rua, experimentando, conhecendo, aprendendo e, essencialmente, praticando a liberdade de ser, de estar, de viver, de pensar... ”



- Como se define:
fotografo profissional,
profissional amador,
amador profissional.
E por quê?



Sou e serei 100% amador. Assim farei sempre o que eu quero e não o que os outros querem que eu faça.



- Em sua opinião, fotografia é registro ou arte??? Por quê??


A fotografia é sempre registo e Arte. Temos de ter a capacidade de antecipar, compreender, “ver”, “sentir” uma cena de rua numa fracção de segundo e devemos registar esse momento num enquadramento, se possível, perfeito. O sentido composicional é fundamental, não somente o registo do momento.
E eu penso que este eixo, esta característica, é indispensável para se ser um “Fotógrafo de Rua” e não, somente, um vulgar “caçador” de momentos, sem qualquer critério, “disparando” sobre tudo o que mexe.



- Você é uma pessoa que circula por diversos países como fotógrafo? Fale-nos um pouco dessa rica experiência e qual a diferença entre essas diversas culturas fotograficamente falando?


Eu não circulo por diversos países, infelizmente, não viajo muito. O meu mundo é Lisboa, é aí que faço 90 % de minhas fotos. Claro que já andei por outros sítios, outras culturas como Macau (China), Europa, Marrocos, mas durante pouco tempo.



- Como se destacar num mercado tão competitivo como o da fotografia?


Não tenho qualquer preocupação em destacar-me relativamente a nada nem a ninguém. Fotografo o que quero, e como quero, para meu prazer e para alimentar a minha paixão pela fotografia e pelas pessoas anónimas que andam pelas ruas. Se, eventualmente, o meu trabalho se destaca, não tem a ver com alguma postura mercantilista pois esta não existe dentro de mim, mas sim com as emoções que as minhas fotos poderão provocar nas pessoas que para elas olham.



- Na fotografia, o profissional deve se especializar ou fazer de tudo?

Creio que essa pergunta deverá ser feita a um profissional, o que não é o meu caso, de qualquer modo creio, não sei se bem ou mal, que há sempre áreas de especialização no mundo profissional. Se calhar, infelizmente, um fotógrafo de moda, habituado a utilizar estúdio e luz “fabricada”, não saberá fotografar na rua com a luz que é posta à sua disposição.



- Como você se mantém atualizado numa área onde as mudanças ocorrem tão rapidamente?


A rua implica uma aprendizagem constante, todos os dias aprendo mais qualquer coisa em termos técnicos, estéticos, relacionamento com as pessoas, capacidade de antecipação de um “momento”, novos enquadramentos, novos desafios. Esta aprendizagem é feita com base nos erros que se cometem todos os dias e a todos os níveis. Temos de ter a consciência disso e temos de ter, também, um sentido de auto crítica muito apurado tentando melhorar sempre mais dia após dia.



-Você se sente a vontade fotografando as pessoas nas ruas?


Na generalidade sim, sinto. Claro que há dias em que a disposição é diferente, ou porque me sinto menos confiante por razões de saúde, cansaço, falta de inspiração. Nessas situações o melhor é guardar o equipamento e ir fazer outra coisa qualquer.



-Já foi ameaçado ao tentar fazer uma street?


Claro, várias vezes, mas não é nada que não se resolva com uma conversa directa, franca e sem demonstrar qualquer ponta de medo.



-Como resolve a situação de fotografar populares e não ter problema com a exposição de pessoas desconhecidas?


Não percebo bem a pergunta, mas do que presumo que pretende saber e que se refere ao “direito de imagem”, qualquer fotografia feita em local público pode ser utilizada para fins culturais e artisticos desde que não seja comercializada nem ofenda a dignidade da pessoa.



-É possível não humilhar ainda mais uma pessoa ao fotografá-la em situação indigna à pessoa humana, como: pobreza, fome, doença?????


Claro que é possivel. Independentemente da situação da pessoa fotografada o que é importante é tentar reflectir o que essas pessoas têm de digno e belo dentro de si. É um desafio muito grande, mas é fundamental que isso aconteça.
Nunca “mostro” partes feias ou negras da interioridade de uma pessoa…apenas as partes bonitas que estão sempre no interior de cada uma delas.



- Não estando trabalhando você gosta de fotografar? O que te dá prazer em fotografar?


A fotografia é uma paixão. Não poderia viver sem ela. Fotografo nas ruas, sempre procurando o “tal” momento que nunca encontrei, mas que procuro incessantemente. Gosto também de dias chuvosos, lugares escuros e “sítios proibidos”…



-Quais suas influências na fotografia, e o porque?


Henri Cartier-Bresson, Elliot Erwitt e Doisneau, essencialmente. Foram fotógrafos de rua que como eu andavam sempre à procura do “Momento”.



-Duas fotos suas que te deixam de queixo caído, e qual a razão da força dessa foto?


Nenhuma de minhas fotos me deixa de queixo caído. Sou extremamente crítico com todas elas e continuo sempre à procura da “Tal” foto…




-Duas fotos de terceiros que te derrubam o queixo, e qual a razão da força dessa foto?


Há muitas fotos de Cartier-Bresson e de Erwitt e, também, de James Nachtway que me inspiram, e muito. Não temos de saber explicar os nossos sentimentos, emoções. Não é isso mesmo Arte? Despertar emoções sem ter de haver uma razão plausível, sem tentar racionalizar o que se passa dentro de nós?



-Qual seu equipamento, e o porquê desse equipamento?


Para o tipo de fotografia que faço, fotografia de rua exclusivamente, o tipo de equipamento não é importante, fotografo com qualquer camera…point and shoot, DSLR, SLR…o que é importante é o “olhar” atrás da camera. De qualquer modo trago sempre comigo uma point and shoot, óptima para fotografar em sítios proibidos (metro, grandes centros comerciais, bairros problemáticos) e, por vezes, uma DSLR ou SLR equipadas com lentes de baixa distancia focal, 20, 35 e 50mm que utilizo em manifestações de rua, situações de baixas luzes, intervenções em bairros onde sou já conhecido e aceite.



-Como o equipamento que você usa influi no tipo de foto que você faz?


Claro que se utilizar DSLR ou SLR o resultado final será, necessariamente, diferente, umas vezes melhor outras pior. As dimensões deste tipo de equipamento “estraga”, muitas veses, a espontaneadade do momento que se pretende pois é dificil, por vezes, ter a tal “invisibilidade” tão importante neste tipo de fotografia. Por outro lado a qualidade da fotografia é, necessariamente, melhor.



-Qual a importância da edição para suas fotos?

Não tem grande importancia. Gasto cerca de 2 a 3 minutos na edição de cada fotografia. Prefiro investir na qualidade da fotografia no momento do “disparo”. Se a luz fôr bem medida pouco ou nada terá de ser feito no momento da edição.



-Porque a predominância do Preto e Banco nas suas fotos?


Apesar de ter utilizado cor, por vezes, no passado, sempre gostei e preferi p&b, sem dúvida.
Diz-se, frequentemente, “sem cor, sem mentira”, e, de certo modo, concordo com este conceito.
Se, ao olhar-se para uma fotografia a p&b, a sensação for agradável ou se a imagem for cativante é porque a imagem “conta” uma história sem artifícios nem elementos distractivos e, com certeza, a fotografia é boa. Por vezes uma fotografia colorida é apelativa só porque a combinação das cores é bonita e coerente.
Isto não quer dizer que eu não goste de fotografia a cores. Há grandes fotojornalistas que utilizam cor nas suas fotos. Apesar disso eu só utilizo p&b.
Alguém escreveu, e eu concordo completamente, “Se forem utilizadas cores mostra-se o colorido das roupas, se for utilizado p&b mostra-se a “cor” da Alma”.



-Sabemos que idealmente sensibilidade e técnica devem andar juntas, mas como é complicado alcançar o ideal sempre se tende mais para um lado ou para o outro. Então: o que é mais forte em sua fotografia: sensibilidade ou técnica?


A sensibilidade é fundamental, não se aprende…nasce connosco. A técnica aprende-se e qualquer um vai aprendendo a melhorar dia após dia.



-Vais em busca da foto ou a foto te encontra no meio do caminho?


Ambas. Ando sempre, como já disse anteriormente, à procura da “Tal” foto, mas inúmeras vezes ela está lá e só tenho de carregar no disparador.



-Gosta de ser fotografado? Ou em casa de ferreiro o espeto é de pau?

Detesto!

--------------------------------------------------------------------------------

PS:
Pessoal, devido a indisponibilidade de tempo do Rui Palha, podemos ter dificuldades para termos respostas para as questões que forem levantadas. Mas, não custa nada tentar. Quem se interessar em fazer perguntas, pode postar aqui que enviaremos para ele, aí é só aguardar.

Aproveitem... E os nossos agradecimentos ao Rui Palha.


Editado pela última vez por Marcos Borges Filho em Qui Jun 16, 2011 7:35 pm, num total de 3 vezes

Silvia Linhares
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MensagemEnviada: Ter Mar 15, 2011 11:27 am Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Rui Palha Sou uma grande admiradora do seu trabalho e depois de ler sua entrevista aqui, o meu conceito sobre você subiu de excelente fotógrafo para uma pessoa magnânima. Tudo o que eu gostaria de perguntar já foi dito por você, tipo as dificuldades para fotografar na rua, etc.

O que me chamou a atenção foi sua última frase: "Detesto!" ser fotografado. Firme e incisivo. Como você reagiria se alguém te fotografasse na rua como você faz com as pessoas?

Mais uma perguntinha básica: pensa em vir ao Brasil fotografar nossas cidades? Desde já te adianto: São Paulo fornece cenários magníficos para cenas cotidianas.

Abraços e parabéns pelo seu trabalho e por compartilhar sua vida com a gente aqui do Digiforum.

Marcos Borges Filho
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MensagemEnviada: Ter Mar 15, 2011 4:08 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Silvia Linhares, se houver possibilidade, em função da falta de tempo, o Rui Palha se cadastra no forum e responde pessoalmente as questões. Enquanto isso não é possível, vou transmitindo à ele as questões e repassando por aqui as respostas...
É no método de quem não tem cão caça com gato mesmo Mr. Green !!! E, mesmo assim, já é uma grande satisfação este contato.

Abaixo segue a resposta ao seu questionamento:

"Silvia, não faço ideia como reagiria se alguém me fotografasse na rua.
Provavelmente dependeria do tipo de abordagem que me fizessem, da pessoa em questão, da situação, etc...

Não está nos meus planos, infelizmente, uma ida ao Brasil, mas adoraria lá ir, claro.

Obrigado pela simpatia e amaveis palavras.
"

ricardsonwilliams
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MensagemEnviada: Ter Mar 15, 2011 9:57 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Ola Rui sou grande fa do seu trabalho, vejo muitas fotos suas que nao precisou fazer o CROP, como isso é possivel na fotografia de rua?, digo isso porque geralmente as coisas acontecem muito rapido, e nao ha tempo para fazer uma melhor composicao.

Marcos Borges Filho, Parabens mais uma vez pela iniciativa.

Eduardo Costa
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MensagemEnviada: Qua Mar 16, 2011 12:08 am Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Conheci o RUI no flickr e trocamos algumas palavras virtuais. Sempre gostei e apreciei muito o trabalho do RUI. Imagens fortes e sempre com pessoas! Parabéns pelo trabalho.

Parabéns ao Marcos e ao RUI.

Vitor C.
Usuário Senior
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MensagemEnviada: Qua Mar 16, 2011 9:21 am Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Marcão, linda entrevista! Parabéns pelo seu esforço, e parabéns ao grande fotógrafo Rui Padilha, cuja ideias me simpatizo. A forma que ele trata as pessoas, com dignidade e composição artística, destaca-se inclusive em sua linguagem quando escreve Pessoas com "P" maiúsculo (em contraste com outros assuntos fotográficos que acompanham iniciais minúsculas).

Obrigado por partilhar o material yeah

Marcos Borges Filho
Veterano DigiForum
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Registrado em: Sábado, 29 de Setembro de 2007
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MensagemEnviada: Qua Mar 16, 2011 2:42 pm Responder com CitaçãoVoltar ao Topo

Eduardo Costa e Vitor C., obrigado pelas palavras de estímulo.

ricardsonwilliams, segue a resposta do Rui Palha à sua questão:

"Olá Ricardson. Obrigado pelas palavras.

De facto, 99% das minhas fotos não têm qualquer crop. Isso deve-se a várias razões.
Em primeiro lugar durante muitos anos, quase toda a minha vida, eu só utilizava filme a p&b e diapositivo. Como é evidente no diapositivo é impossivel fazer qualquer crop, portanto habituei-me a enquadrar o melhor possivel no momento do "Click" e disciplinei-me muito nesse aspecto.
Em segundo lugar creio que devemos mostrar aos outos tal e qual o que vimos e registamos num determinado momento, sem qualquer alteração...essa é a razão de eu defender o "no crop".
Em terceiro lugar a nossa visão e cabeça (e alma, também, claro) habitua-se a compor o melhor possivel um momento que conseguimos antecipar...claro que o factor sorte tem de existir também.
Por ultimo há enquadramentos que nos atraem e que são aproveitados antecipadamente antes mesmo de qualquer "coisa" se passar...neste caso é necessário ter paciência e, mais uma vez, sorte.

Claro que muitos registos não têm o enquadramento/composição que gostaríamos que tivessem, mas dependendo do momento registado, torna-se secundário pois o momento, só por si, tem a força final que se pretende.

Não sei se respondi à sua questão, mas é o que penso e sinto em relação ao sentido composicional e à inexistência de crop na maior parte das minhas fotos.
Obrigado, mais uma vez."
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